Despertar é preciso, mas só depois. Tati. B
quarta-feira, 30 de março de 2011
Meu Deus, que homem é esse?
Vejo nele um homem honesto - o que de fato é muito. Uma beleza incomum. Ele tem os olhos puxadinhos, de um brilho gigante, cabelos pretos da cor dos olhos - e macios. Forte. Alto. Eu me aninho em seu peito, e me perco no mundo, como se tudo desaparecesse diante de mim, como se nada mais me importasse. As mãos dele parecem ter sido feitas sob medida para encaixe nas minhas mãos. Ele fica bem com a cor branca, amarela, e verde, e rosa, e azul ...
O jeito de andar indescritível.
Meu Deus, que homem é esse?Isso sem falar nos lábios, que atraem os meus e me deixa louca de vontade.
Ele sabe o que falar e quando falar.
Sinto vontade de pedir tanta coisa, de implorar mais um pouqinho.
Queria que meu sorriso tivesse pra ele a força que o sorriso dele tem pra mim - capaz de transformar um dia.
Tenho vontade de dizer à ele umas verdades, de mostrar o quanto me importo.
Queria dizer que não se ama duas pessoas da mesma maneira, mas se consegue sim amar de novo. Mas se eu dissesse isso à ele estaria me contradizendo, pois eu jamais irei amar outra pessoa.
É ele que eu quero pra segurar minha mão e dizer que está comigo mesmo eu não merecendo; e ligar no meio do dia só pra saber se está tudo bem, ou não ligar pra sentir saudade; É a voz dele que fica como eco no meu ouvido; É ele que eu quero pra me acompanhar, pra me desejar, pra dizer que eu estou errada mas que podemos tentar isso de novo, pra me dizer que estou certa e que aprendeu comigo. É ele que eu quero que me busque no serviço em um dia qualquer. É ele com quem eu quero conversar, e dizer sobre o cliente arrogante que me fez perder a paciência na empresa, aí ele sorri e me conta sobre seu dia, me fala das pessoas que eu não conheço de lá, e que talvez nunca chegue a conhecer, mas que me interessa muito saber, só porque faz parte do dia dele. É ele que eu quero pra tudo, para o muito, para o pouco, para um abraço, para um olhar, um beijo, nosso beijo.
Ele não sabe. Queria que soubesse - queria muito. Mas talvez um dia...
Talvez um dia ele descubra minha preocupação com ele, meu carinho por ele, e aceite minhas palavras tão mudas, minhas atitudes um tanto tímidas - de quem tem medo de não ser suficiente para o outro.Talvez um dia, ou talvez não.
Não se chama esperança, se chama amor. Porque sou prova de que o amor tudo espera e tudo suporta sim. Um tanto egoísta que sou o amo e o quero pra mim. Sou tão dele que já não me pertenço mais.
Não é exagero, pois vivo! Mas é preciso confessar que a cor que vejo nele, não vejo em nenhum lugar.
domingo, 27 de março de 2011
"Eu sei. Estou falando de rejeição clara", disse ela. "Isso eu não tenho estrutura para aguentar." "Ninguém tem", disse eu, mas meu argumento não adiantou muito. "Eu já tentei e tentei", prosseguiu ela, quase chorando, "não é David? Dezenove encontros?" "Meu Deus", concordei, "sem dúvida você tentou."
(Philip Roth)
(Philip Roth)
sábado, 26 de março de 2011
Penso comigo que isso sim é a etermidade de algo
Oito anos antes, conhecera o homem da sua vida.Mas não bastou que ela o reconhecesse como tal. Uma relação é uma via de mão dupla, sendo assim era preciso que ele a visse como a mulher da sua vida também.
Mas ele já tinha visto isso em outra que o machucou, e não quis mais saber da "coisa". Essa coisa de dentro que toma conta, que faz sorrir feito bobos, que gela a barriga, estremece as pernas e ainda declara: Eu amo você!. Ele tomou gosto por si, só por si.
Ela por sua vez, via nele doçura infinita, e realmente havia - escondida - ela enxergava uma mistura de homem inteligente com garoto pedindo colo. Não consigo entender a origem de tanto amor.Mas, aconteceu. Da maneira mais intensa e avassaladora que pudesse acontecer. Com direito à cartas enviadas pelo correio, sorrisos, olhares falantes da alma, timidez certa de quem se apaixona, entre abraço e outro, pronto, o amor já havia entrado no peito, e se esparramado na cama, recusando sair, mesmo que um pouqinho. Mãos - dadas, o entrelaçar simples dos dedos a encantava. Era como se ele tivesse ganhado um manual de instruções sobre ela.
Ele também não resistiu ao encanto dela. E digo mais, está para nascer menina mais doce. Ele era bonito, alto, pele morena, de cabelos macios, - e de um cheiro nunca sentido antes - era forte. Havia palavras fáceis, como se desejavam estar juntos por uma eternidade, ou quase isso.
Havia um brilho naqueles dois, que puxava os olhos de quem estivesse perto em direção à eles. Eles sabia do encanto. Ela guardava tudo o que podia, palavras, músicas acústicas, sussuradas ao pé d'ouvido, "eu te amos" em vários idiomas, cheiros, bilhetes, e tudo mais que podia, guardava no peito, e empurrava os para baixo para que coubesse mais.
Nele havia medo. Medo de cair de novo, sofrer de novo. Mas ele a amava.
Junto aos dois houve também algumas decepcões de ambas as partes.
Mas alguma força, talvez não amor, nem paixão, nem tesão, uma força ainda não listada no dicionário, talvez esta os mantessem um ao lado do outro. Juntos!
Faziam amor com pureza, conversavam como se fossem amigos de infância.
Por ele passaram outras mulheres, mais bonitas, mas não mais quente e interessante do que ela.
O tempo fez com que junto à tanto amor, a dor aparecesse também. Vi a menina chorar tantas vezes. Nunca tive dó, Deus me livre de sentir dó e de que sintam isso de mim. Mas cortava o coração vendo ela amar tanto alguem, que estava abrindo mão dela. Isso! Ele passou à abrir mão dela. A desejar em primeiro lugar tantas outras coisas, e ela? Ah, ela vinha depois se desse tempo, se tivesse um lugar . Mas sempre tinha, tempo e lugar. Talvez não os melhores, mas o amor faz isso também: coloca a própria pessoa em segundo lugar, fazendo com que ela aceite com sorriso nos lábios, o pouco que poderá receber. Ela ouviu muitas palavras duras. As vezes soava engraçado, ela dizia palavras doces e recebias correções de comportamento, e criticas do gênero, me perguntei muitas vezes, se esse não era o novo método de amor da parte dele. Porém, nunca consegui me responder.
Mas ela ainda insistia. - anos se passando - e ela o desejando como nunca. Ele à queria longe, e muito perto. Não havia modo de entender aqueles dois. Feitos um para o outro, mas com realidades tão tortas e diferentes.
Hoje ela têm 25 anos. Mais linda do que nunca. Mulher. Ele? Um homem lindo de 25 anos também. Eles se veêm as vezes. O encanto parece permanecer intacto pra ela. Ele a deseja agora bem mais que antes.
No stress e correria entre trabalho, estudos e afins, marcam de se encontrar na mesma pracinha de quando tinham dezessete anos, e depois vão juntos à um lugar falar da vida baixinho, e sussurrar palavras como: Senti sua falta por esses dias, que vontade que eu estou de você...
Penso comigo que isso sim é a etermidade de algo, o contorno que o sentimento - seja ele qual for- faz nos contras que a vida apresenta, o impulso de coragem do sentimento, do querer, ao enfrentar o destino e suas circunstâncias, penso mais, que talvez o destino seja esse, sim, o ficar junto à alguem eternamente, criando maneiras para permancerem perto um do outro, mesmo quando tudo parece estar acabando. - (Ramos, Bruna)
“(...) É a história de um czar que promete uma grande recompensa a quem lhe responder três perguntas. Como saber a hora certa de cada coisa? Como saber quais são as pessoas mais necessárias? Como não se enganar ao julgar, entre todas as coisas, qual a mais importante? Ninguém lhe dá respostas convincentes. (...) “A hora mais importante é agora”, o eremita resume. O homem mais importante é aquele com quem estamos no momento. A coisa mais importante a fazer é a coisa que o momento nos pede – e não pensar sobre isso.”
(José Castello)
Eu prefiro morrer sua amiga
Nós vamos mais uma vez nos olhar querendo transar até amanhã, mas vamos apenas assistir à novela e tentar adivinhar as falas. Nós vamos mais uma vez querer atravessar as ruas de mãos dadas, mas vamos brincar de dar ombradas um no outro. Eu prefiro morrer sua amiga do que quebrar algum elo misterioso e te perder para sempre. Te perder como sempre. - tati
Mas mesmo depois de passar a noite em sua companhia, depois que ela vai para casa não consigo dormir. A experiência de ter estado com ela é forte demais...
(...) Sua vida virou uma campanha incessante por causa dela. Cadê a sensação de realização, de posse? Se ela é sua, por que é que você não consegue tê-la? Você não consegue ter o que você quer mesmo depois de obter o que você quer." - O animal agonizante
(...) Sua vida virou uma campanha incessante por causa dela. Cadê a sensação de realização, de posse? Se ela é sua, por que é que você não consegue tê-la? Você não consegue ter o que você quer mesmo depois de obter o que você quer." - O animal agonizante
quinta-feira, 24 de março de 2011
" Eu só te amo delicadinha " - 19 de Julho de 2009, De Will para Katherine.
- E aquele eu te amo dito, mesmo que há muito tempo atras , me acompanhava todos os dias, se deitava na minha cama antes de mim, e fazia questão de me acordar logo pela manhã...Uma mistura de sorriso e lágrimas. Uma mistura que me fazia estar certa de que ele valia muito à pena, mesmo tudo me mostrando que não. Sim, por ele valia à pena.
Kathy sussurra sozinha, re-lendo um antigo e-mail, ao som de Lifehouse.
- E aquele eu te amo dito, mesmo que há muito tempo atras , me acompanhava todos os dias, se deitava na minha cama antes de mim, e fazia questão de me acordar logo pela manhã...Uma mistura de sorriso e lágrimas. Uma mistura que me fazia estar certa de que ele valia muito à pena, mesmo tudo me mostrando que não. Sim, por ele valia à pena.
Kathy sussurra sozinha, re-lendo um antigo e-mail, ao som de Lifehouse.
terça-feira, 22 de março de 2011
Acredito.
Eu acredito no amor sabia?
É incrível como eu ainda acredito...
eu acredito no amor, acredito em milagres, acredito em borboletas saindo de seus casulos apertados e doloridos...
eu acreditei em um amor sem limites, e me machuquei, hoje eu acredito que nos é que colocamos o limite no amor,
ditamos seu fim , mas eu faltei à essa aula, e não aprendi a colocar limites no meu.
É incrível como eu ainda acredito...
eu acredito no amor, acredito em milagres, acredito em borboletas saindo de seus casulos apertados e doloridos...
eu acreditei em um amor sem limites, e me machuquei, hoje eu acredito que nos é que colocamos o limite no amor,
ditamos seu fim , mas eu faltei à essa aula, e não aprendi a colocar limites no meu.
domingo, 20 de março de 2011
...o que é eterno
Alice perguntou ao coelho:
-Quanto tempo dura o que é eterno?
O coelho respondeu:
-As vezes, apenas um segundo. (Alice no país das maravilhas)
-Quanto tempo dura o que é eterno?
O coelho respondeu:
-As vezes, apenas um segundo. (Alice no país das maravilhas)
Uma saudade minha.
E quando eu li aquele e-mail dois anos depois: 愛しています (anata noko gadai suki - Eu amo você)
Eu senti você de novo. Aquele garoto que um dia me disse que jamais encontraria uma menina como eu, me lembrei de tudo falado, dos toques - tão inocentes - do seu olhar me dizendo palavras faceis, como se eu fosse o seu mundo, o mundo que você esperou depois de tantas dores vividas, um mundo que você pediu - e ganhou - e prometeu cuidar para sempre. Ao re-ler aquele e-mail, eu vivi outra vez a garotinha deitada no seu colo, no banco daquela praça num sábado a noite, consegui ver a nossa lua outra vez. Consegui sentir você passando a mão devagarinho na minha barriga e me chamando de bobinha delicada. Senti seus olhos em mim, pra mim.
Engraçado, mas depois de tanto tempo, eu ainda espero pelo dia que você vai segurar minha mão outra vez nos domingos à noite...
Eu senti você de novo. Aquele garoto que um dia me disse que jamais encontraria uma menina como eu, me lembrei de tudo falado, dos toques - tão inocentes - do seu olhar me dizendo palavras faceis, como se eu fosse o seu mundo, o mundo que você esperou depois de tantas dores vividas, um mundo que você pediu - e ganhou - e prometeu cuidar para sempre. Ao re-ler aquele e-mail, eu vivi outra vez a garotinha deitada no seu colo, no banco daquela praça num sábado a noite, consegui ver a nossa lua outra vez. Consegui sentir você passando a mão devagarinho na minha barriga e me chamando de bobinha delicada. Senti seus olhos em mim, pra mim.
Engraçado, mas depois de tanto tempo, eu ainda espero pelo dia que você vai segurar minha mão outra vez nos domingos à noite...
- Encontrei com Pedro no shopping, hoje na hora do almoço. (Katherine)
- É mesmo Kathy? Mas, e aí, você falou com ele? - Alice pergunta abrindo um sorriso - faz tanto tempo que não o vejo, 42 dias pra ser mais exata, e ele quase não está entrando no Facebook, vejo algumas atualizações, mas nada de responder minhas mensagens. (Alice termina com uma expressão entristecida)
- Não minha Alice, não falei com ele...Ele-e...Bem, ele esta-va...
- O que é Kathy? Vamos diga logo (Alice diz em tom ansioso)
- Ele estava de mãos dadas com uma garota Alice, e quando me viu, senti que ficou um pouco nervoso e virou o corredor, pra não se encontrar comigo.
(Silêncio)- Achei que devia te contar. Me desculpe as palavras tão duras.
- Você não tem que se desculpar. Ele sim, ele sumiu como se eu não fosse ninguém, não responde meus e-mails, não me procura mais. (Alice fala em um sussurro, fazendo força para as palavras sairem) As vezes nem consigo durmir, pensando se ele realmente existiu...
(Alice fala com lágrimas nos olhos passando a mão no peito - tentando abafar a dor.)
- É mesmo Kathy? Mas, e aí, você falou com ele? - Alice pergunta abrindo um sorriso - faz tanto tempo que não o vejo, 42 dias pra ser mais exata, e ele quase não está entrando no Facebook, vejo algumas atualizações, mas nada de responder minhas mensagens. (Alice termina com uma expressão entristecida)
- Não minha Alice, não falei com ele...Ele-e...Bem, ele esta-va...
- O que é Kathy? Vamos diga logo (Alice diz em tom ansioso)
- Ele estava de mãos dadas com uma garota Alice, e quando me viu, senti que ficou um pouco nervoso e virou o corredor, pra não se encontrar comigo.
(Silêncio)- Achei que devia te contar. Me desculpe as palavras tão duras.
- Você não tem que se desculpar. Ele sim, ele sumiu como se eu não fosse ninguém, não responde meus e-mails, não me procura mais. (Alice fala em um sussurro, fazendo força para as palavras sairem) As vezes nem consigo durmir, pensando se ele realmente existiu...
(Alice fala com lágrimas nos olhos passando a mão no peito - tentando abafar a dor.)
"Aquela vez que você quase me deixou...Lembra-se? O seu olhar concentrado na menina, no que ela podia te oferecer, no que ela podia vir à ser pra você. E eu ali, sentada naquele banquinho no canto do seu quarto, esperando uma outra oportunidade quem sabe, esperando você se lembrar das promessas que havia feito à mim, um certo dia. Como uma criança que ganha um brinquedo novo, e coloca o antigo no canto. Pois eu já havia te feito feliz, e trouxe comigo algumas decepções também - eu sei disso - Mas eu te amava tanto, que não consegui deixar você ir, e fiquei inventando desculpas pra continuar do seu lado. E fiquei, e essa menina também passou...Como tantas outras passam. E eu? Continuo aqui, firme, segurando nosso encanto nas mãos, as vezes pesa um pouqinho, e meus braços se cansam, mas você me abre um sorriso e minha força nasce de novo, junto com ela nasce de novo também a minha vontade de chegar mais perto de você, nesce até umas esperanças, mas estas acabam se queimando nesse meu amor, quente acima do ponto. Só queria te dizer, que não pretendo ir embora. Que se caso, você perceba que pode sim me dar a mão...ela está estendia à você - e sempre."
( Trecho de "Quando o amor fala mais alto" de Bruna Ramos )
( Trecho de "Quando o amor fala mais alto" de Bruna Ramos )
Eu te acho bonito de formas tão variadas e profundas e insuportáveis. Eu vejo você parecendo um leãozinho no fundo da festa. Suando e analisando. O rei escondido escolhendo a presa que não vai atacar. Suas facas afiadas de graças para defender as tristezas que nadam baixas nos seus olhos de quem não quer fazer mal. Mas faz. Seus olhos. Em volta um riozinho melancólico e no centro o sol feliz e novinho chegando. E tudo isso vem forte como um soco de buquê de flores de aço no meu estômago. E eu quero ir até você e te dizer que eu sei que você desmaia quando faz exame de sangue. E como eu gosto de você por isso. E como eu queria tirar todo meu sangue em pé pra você jamais cair. E como eu gosto de você por causa do e-mail que você mandou pro seu amigo com problemas. Como gosto quando você lembra de alguém e precisa demonstrar naquela hora porque tem medo da frieza das suas distrações. Suas listas de culturas e atenções. A história do milagre que te salvou da queda da estante. Você arrepiado falando em anjos. Essas suas delicadezas em detalhes dormem e acordam comigo. Acariciam e perfuram meu peito vinte e quatro horas por dia. A loucura de gostar tanto pra tão pouco ou simplesmente a loucura de tanto acabar assim. Fora tudo o que guardei de você, me restou a consideração que você guardou por mim. Sua mão estendida. Sua lamentação pela vida como ela é. Sua gentileza disfarçada de vergonha por não gostar mais de mim. A maneira que você tem de pedir perdão por ser mais um cara que parte assim que rouba um coração. Você é o mocinho que se desculpa pelo próprio bandido. O segundo do seu nome na tela do meu celular. O segundo da sua voz do outro lado como se fosse possível começar tudo de novo e eu charmosa e você me fazendo rir e tudo o que poderia ser. O segundo em que suspiro e digo alô e sinto o cheiro da sua sala. Então aceito a sua enorme consideração pequena, responsável, curta, cortante. Não é que aceito. Quem gosta assim não come migalhas porque é melhor do que nada, come porque as migalhas já constituem o nó que ficou na garganta. Não se digere amor, não se cospe amor, amor é o engasgo que a gente disfarça sorrindo de dor. Aceito sua consideração de carinho no topo da minha cabeça, seu dedilhar de dedos nos meus ombros, seu tchauzinho do bem partindo para algo que não me leva junto e nunca mais levará, seu beijinho profundo de perdão pela falta de profundidade. - Tati Bernardi
sábado, 19 de março de 2011
Me deu uma vontade estúpida de você. Digo estúpida, porque é o você de antes sabe? Uma saudade.Saudade da sua doçura, de ser a sua garota delicada. Sabia que eu nunca mais acreditei em "eu te amo" depois dos seus? Mas não me importo, só queria ter a certeza de que os seus foram verdadeiros. Que as suas palavras foram tradução do que você sentia por mim.
Milagre é quando tudo conspira contra, mas Deus vem de mansinho e com um sopro leve muda o rumo dos ventos. Milagre é quando o incerto nos abraça depois de nos atingir cruelmente com sua fúria. É quando respirar vira quase um suspiro de alivio e a vida devolve o sorriso como forma de retribuição por todo sofrimento. É o instante teimoso que resiste bravamente a um duro percurso e mantém-se em pé amparado pela força divina. É a decisão que escapa de nossas mãos, mas que antes de cair agarra-se com toda força a uma segunda chance. Milagre é o improvável gesto de carinho que impulsiona o ser humano a não deixar de acreditar.
Fernanda Gaona
sexta-feira, 18 de março de 2011
"Mesmo com todos os machucados no peito, que resolve latejar nas minhas madrugadas frias de sexta-feira, mesmo com todas as esperanças afogadas e pisadas, mesmo com todas as outras mulheres que passam por você , com todos os seus nãos - nãos que vão contra seu olhar me querendo tanto - mesmo com todo esse fracasso de alguma coisa parecida com muito amor, nada consegue tocar o encanto que eu sinto por você. Nada consegue tiar de mim o friosinho na barriga de garotinha apaixonada que eu sinto quando você está perto."
(Bilhete rasbicado, com destinatário, mas sem possibilidades de envio.)
(Bilhete rasbicado, com destinatário, mas sem possibilidades de envio.)
terça-feira, 15 de março de 2011
É, eu não preciso de espaços, não estou nem um pouco preocupada em me sentir livre à contrario de você - nosso oceano, nossas diferenças - eu quero mesmo é que você me sufoque, me sufoque com as suas crises, com a sua mão no meu corpo, nele todo, despido de qualquer pano, me preencha com os seus sermões sobre a vida, onde sempre parece que eu estou errada - não ligo, continue fale um pouco mais - me sufoque de ciumes - parece doentio? não, nada disso - me cubra com seus planos e trate de me colocar em algum lugar neles, qualquer lugar, trate de ter para mim um papel nos seus proximos dez ou quinze anos, onde eu apareça nos seus dias sempre, ou quase sempre, me transborde desse seu desejo que me mostra o quanto você é meu, mesmo não sendo. Me sufoque de qualquer coisa boa que seja você, esse “você” que eu conheço tanto, procurando conhecer, ou conhecendo instantaneamente nos nossos casos de confiança e companheirismo e mais alguma coisa parecida com amor, repito parecida com amor. Porque eu não quero outros olhares, compreende? Eu não quero outros cheiros, nem outros lugares. Eu quero você, o seu olhar pequeno e gigantemente lindo, eu quero o seu cheiro de banho, de vida nova, em mim, como sempre, eu quero o seu colo. Eu quero as suas palavras de “vamos querida força, olha pra frente você não é mais uma menininha…” eu quero sua expressão séria, quando não gosta de algo que eu fiz, e eu na minha mais pura inocencia não repito jamais tal ato, qualquer que seja.Eu quero um sabado a tarde deitada ao seu lado. Eu quero uma saudade nossa, mas pouca, nunca consegui me dar muito bem com faltas e saudades, você sabe. Eu quero só estar do seu lado. Pois eu passaria a vida desse jeito ao seu lado, aceitando somente o que você pode me dar, do que ter de ir embora. Mesmo que o embora fosse uma esquina bem proxima. É perto que eu quero estar. É aí dentro de alguma maneira, mesmo que não seja da mesma maneira que você está aqui dentro - até porque isso é impossivel não é mesmo? - Ah, e você é lindo, você todo. O seu corpo que me enlouquece, a sua honestidade que me orgulha, a sua amizade que me faz forte, a sua alma…Não me deixe aqui não… Hey, não me deixe por favor…me leve no bolso, se puder. Ah e não leia esse texto também não, por favor não leia. É de dentro demais, e você costuma não entender minhas intensidades, ou digo melhor, de entender tanto minhas intensidades você prefere que eu nãos as diga. Mas eu te amo sim, e te cuido, e me importo muito. E te dou um valor danado. Desde aos seus abraços cheios de calor, até as vezes que você abre a porta do carro pra mim. Você? Você só pode não existir. - Ramos, Bruna
“Exigimos muito de quem amamos. Vejo sinceramente que exigimos aquilo que não exigimos nem da gente. (…) Uma pausa em silêncio para remontar as idéias e já estamos sendo inquiridos pela estranheza. Repetir mais de uma vez um nome feminino e inauguramos uma adversária. Não ouse dormir cedo ou aparecer tarde, que é certo de que não valoriza o convívio e aproveita a vida com os amigos”. - (Crônica: Afiado demais - de: Mulher Perdigueira, Carpinejar, Ed. Bertrand Brasil, p. 117-118)
- Ele me dizia que tinha medo do modo como eu o olhava, como era mesmo o que falava, hum…”Você é intensa demais, se eu te amasse com esse seu calor todo estavamos feito, você me olha como se quisesse me pegar pra você…” Talvez fosse isso mesmo, eu queria ele todo pra mim, mas eu era jovem demais pra entender a vida. Ah, tempos em que eu amava sim e daí? Hoje eu guardo, guardo tudo, amor e tudo mais da familia. Parece tão covarde não acha Alice? Esconder que se ama, e amar muito mesmo assim. - Diz Katherine olhando uma foto.
- Ah Kathy, o que eu posso te dizer, faz tanto tempo, e você não me ouve em nada. - Alice responde calma e doce.
- Não diga nada Alice, vou continuar sem te ouvir. Você sabe. - (r.b)
- Ah Kathy, o que eu posso te dizer, faz tanto tempo, e você não me ouve em nada. - Alice responde calma e doce.
- Não diga nada Alice, vou continuar sem te ouvir. Você sabe. - (r.b)
É mais feliz gostar, amar é pra quem pode. Mas você ou a vida ou sei lá. Insiste. E então chega enorme. E só me resta rir que nem quando vejo um bebê muito pequeno e lindo. Você ri. Vai fazer o quê? É o milagre maravilhoso da vida e eu ficando brega e cheia de medo e cheia de vontade de te contar tantas coisas e nem sei se você gosta de ouvir meus atropelos. Muito amor. Com você sinto a fidelidade de ser tranquila. Um pacto de paz com o mundo. E é impossível então que os martelos do apartamento de cima sejam realmente martelos. E é impossível que as chatices do dia sejam realmente sem solução. O amor é terrivelmente fiel. Porque ele ocupa coisas nossas que nem existem nos sentidos conhecidos. É como tomar água morna depois de ter engolido um filtro inteiro de água geladinha. Ninguém nem pensa nisso. Muito amor. De um jeito que era mesmo o que eu achava que existia. E é orgânico dentro da gente ainda que vendo de fora não pareça caber. O corpo dá um jeito. Minha casca reclama mas incha. Tudo faz drama dentro de mim, ainda que nada seja realmente de surpresa. Sentir isso era o casaco de frio que sempre carreguei no carro. Sentir isso são os trocos que você guarda pra emergência. Amar grande é gastar reservas e ainda assim ter coragem pra dar o que não se tem. Amar grande é ter vertigem no chão mas sentir um chamado pra voar. Amar grande é essa fome enjoada ou esse enjôo faminto. É o soco do bem na barriga. É mostrar os dentes pra se defender mas acaba em sorriso. É o sal que carrego no fundo falso da bolsa pra quando eu não aguentar a vida. É o açúcar que carrego junto. É tudo que pode sair do controle. É meu corpo caindo. E as almofadas de várias cores pra me dizer que pode dar certo. É o desespero aconchegante. - t.b
descobri que estava escondendo de mim o quanto te amava
E quando chegou assim umas três e meia da manhã, horário em que eu implorava por sono,já que não aguentava mais pensar em você, e nas menininhas por aí te querendo, e um jeito de te ensinar a gostar de mim, e que dane-se, se amor não se pede, e descobrir um meio de te pedir. Quando foi chegando esse horario, eu descobri que estava escondendo de mim o quanto te amava, e o quanto te amo, e que eu quero muito você sim, e quero qualquer coisa que você possa me dar, mas que seja só meu, e de mais ninguem, e que por mais que você queira muito que eu não queira você tanto assim, me desculpe, me desculpe mesmo, o que eu sinto não se parece em nada com pouco, ou com algo prestes acabar. - Ramos, Bruna
Eu sei nadar e te levo nas costas.
— A esquerda, encontraremos abismos; pela direita, tempestades.
— Ainda há tempo de voltarmos atrás. Mas eu não quero isso.
— Nem eu.
— E se naufragarmos?
— Eu sei nadar e te levo nas costas.
( Erllen Nadine )
— Ainda há tempo de voltarmos atrás. Mas eu não quero isso.
— Nem eu.
— E se naufragarmos?
— Eu sei nadar e te levo nas costas.
( Erllen Nadine )
- Olha esse vestido a sua cara Alice.
- Hey, chega de vestidos, me responda, está tudo bem? Você não citou o nome do Will desde que chegamos aqui. - Pergunta Alice.
- Ah, tivemos uma conversa séria no final de semana. - Responde Katherine com olhar triste.
- Outra conversa seria?
- Sim, e pelo mesmo motivo, ele acha que eu sou intensa demais, e levo as coisas à sério demais. - Explica Kathy
- E é alguma mentira? - Alice pergunta.
- Não, não é mentira não dona Alice. Mas eu não sou mais uma adolescente que vá passar o sabado chorando se ele não me procurar.
- Mas é a mulher, e linda por sinal, que vai passar o sabado chorando se ele não te procurar.
- Não Alice, hoje não, sem conselhos e criticas por favor. - Pede Katherine.
- Tudo bem ,vamos ao supermercado, comprar tudo para uma noite de brigadeiro e filmes.
- Ah, de comédia desta vez, por favor. Ou então de ação, muita ação. Nada de romances ou coisas do tipo. - Reclama Katherine
-A senhorita é que manda. -Brinca Alice dando um abraço na amiga.
- Hey, chega de vestidos, me responda, está tudo bem? Você não citou o nome do Will desde que chegamos aqui. - Pergunta Alice.
- Ah, tivemos uma conversa séria no final de semana. - Responde Katherine com olhar triste.
- Outra conversa seria?
- Sim, e pelo mesmo motivo, ele acha que eu sou intensa demais, e levo as coisas à sério demais. - Explica Kathy
- E é alguma mentira? - Alice pergunta.
- Não, não é mentira não dona Alice. Mas eu não sou mais uma adolescente que vá passar o sabado chorando se ele não me procurar.
- Mas é a mulher, e linda por sinal, que vai passar o sabado chorando se ele não te procurar.
- Não Alice, hoje não, sem conselhos e criticas por favor. - Pede Katherine.
- Tudo bem ,vamos ao supermercado, comprar tudo para uma noite de brigadeiro e filmes.
- Ah, de comédia desta vez, por favor. Ou então de ação, muita ação. Nada de romances ou coisas do tipo. - Reclama Katherine
-A senhorita é que manda. -Brinca Alice dando um abraço na amiga.
- Kathy? – Alice olha para amiga com certo receio, logo após terminarem de lavar os pratos, uma vez por semana, mais exatamente nas quartas-feira, elas se encontram para um jantar, uma na casa da outra.
- O que é Alice, parece que quer falar algo, desenrole menina. (risos) – Katherine.
- Ok, vamos lá…Como é esperar por alguem que pode nunca ser seu por inteiro?- Silêncio.
- Deixe, não precisa responder. É que te ver assim, depois de tanto tempo, segurando firme nas mãos um punhadinho de esperanças, ah Kathy, me machuca, me preocupa. – Alice quebra o silêncio em tom doce.
- Você está se referindo ao Will? – Pergunta Katherine já sabendo a resposta.
- E quem mais seria? – Alice.
- Quem disse mesmo que eu tenho alguma esperança Dona Alice? – Retruca Kathy em tom de ironia.
- Oras, como se você conseguisse esconder alguma coisa de mim não é? Ou melhor, qualquer pessoa que olhar seus olhos e trocar meia dúzias de palavras com você, logo percebe de cara o quão você é dele, e como espera cada minutinho pelo dia que ele reconheça a grandeza de amor por ele, e se deixe ser seu. – Alice.
- Sabe Alice, eu nunca assumi nada. E quando não há mais espaço em mim, me transbordo em lágrimas. Eu nunca olhei nos olhos dele e disse “ Will pelo amor de Deus me aceite”. E nem irei fazer isso. Mas eu o amo Alice. Eu já tive tantas oportunidades de fazer as malas e ir embora, eu já me doei tanto, e já doeu tanto em mim, e de todas as vezes eu escolhi ficar aqui, insistir.Eu amo aquele jeito sério dele, e gosto mais ainda daquele sorriso, aquele sorriso de garoto-homem, o meu preferido. Eu gosto da honestidade dele Alice, da humildade. As vezes nem assunto mais eu tenho, mas eu gosto de estar ali pra conversar com ele. Eu gosto de sentar ao lado dele. Quantas vezes eu já me desapaixonei por ele, mas são sempre maiores as vezes em que eu me apaixono por ele. E o encanto? Permanece intacto. Eu gosto muito dos nossos momentos.Eu gosto quando ele me corrige, minha mãe sempre me dizia quando eu era pequena, “ Quem corrige é porque gosta Katherine”, é um jeito de sentir que ele gosta de mim, não acha Alice? (risos) Eu sou uma boba mesmo não é? Uma bobinha de 25 anos que parece não ter aprendido nada sobre relacionamentos e homens e afins. Mas uma boba perdida em esperanças. Se é isso que você quer saber Alice, ouça bem então, eu tenho esperanças sim, mas é diferente das esperanças de quando eu tinha dezessete anos. É como se ele estivesse tão perto, e se eu esticasse os braços um pouco mais conseguiria agarra-lo todo. E como é esperar por alguem que pode nunca ser meu por inteiro? Ah Alice, é moer o coração ainda vivo. É a tal da ironia de querer a pessoa que te fez doer pra te consolar. É um banho, um vestido novo, langerie provocante, é ir a manicure e escolher a cor que ele gosta,um segundo banho – de perfume dessa vez, é maquiagem leve, um bom filme, e esperar, esperar que a campainha toque, esperar que ele entre já encantando minha casa com o som daquela risada, esperar que ele me deseje mais do que na semana passada, é ouvi-lo contar sobre os seus projetos no trabalho, e ter de engolir à seco as historinhas sobre as menininhas, é ouvir seus planos, e continuar acreditando que na proxima vez talvez ele dite um plano com você de protagonista. É não assistir ao filme começado que sempre termina no meu quarto, e é saber que a realidade vai me mostrar na manha seguinte dois bons amigos. É saber que se tem o homem da sua vida ali, na sua frente. E saber mais ainda, que ele não sabe disso. Não ele não sabe.É esperar Alice, que um dia ele descubra. Porque aí nesse dia, certamente você ainda vai estar ali. Pois não há possibilidade alguma de se ir embora. – Katherine desabafa, não conseguindo evitar as lagrimas. Alice dá um abraço em Kathy e sussurra baixinho: Você menina, você não tem jeito mesmo.
- O que é Alice, parece que quer falar algo, desenrole menina. (risos) – Katherine.
- Ok, vamos lá…Como é esperar por alguem que pode nunca ser seu por inteiro?- Silêncio.
- Deixe, não precisa responder. É que te ver assim, depois de tanto tempo, segurando firme nas mãos um punhadinho de esperanças, ah Kathy, me machuca, me preocupa. – Alice quebra o silêncio em tom doce.
- Você está se referindo ao Will? – Pergunta Katherine já sabendo a resposta.
- E quem mais seria? – Alice.
- Quem disse mesmo que eu tenho alguma esperança Dona Alice? – Retruca Kathy em tom de ironia.
- Oras, como se você conseguisse esconder alguma coisa de mim não é? Ou melhor, qualquer pessoa que olhar seus olhos e trocar meia dúzias de palavras com você, logo percebe de cara o quão você é dele, e como espera cada minutinho pelo dia que ele reconheça a grandeza de amor por ele, e se deixe ser seu. – Alice.
- Sabe Alice, eu nunca assumi nada. E quando não há mais espaço em mim, me transbordo em lágrimas. Eu nunca olhei nos olhos dele e disse “ Will pelo amor de Deus me aceite”. E nem irei fazer isso. Mas eu o amo Alice. Eu já tive tantas oportunidades de fazer as malas e ir embora, eu já me doei tanto, e já doeu tanto em mim, e de todas as vezes eu escolhi ficar aqui, insistir.Eu amo aquele jeito sério dele, e gosto mais ainda daquele sorriso, aquele sorriso de garoto-homem, o meu preferido. Eu gosto da honestidade dele Alice, da humildade. As vezes nem assunto mais eu tenho, mas eu gosto de estar ali pra conversar com ele. Eu gosto de sentar ao lado dele. Quantas vezes eu já me desapaixonei por ele, mas são sempre maiores as vezes em que eu me apaixono por ele. E o encanto? Permanece intacto. Eu gosto muito dos nossos momentos.Eu gosto quando ele me corrige, minha mãe sempre me dizia quando eu era pequena, “ Quem corrige é porque gosta Katherine”, é um jeito de sentir que ele gosta de mim, não acha Alice? (risos) Eu sou uma boba mesmo não é? Uma bobinha de 25 anos que parece não ter aprendido nada sobre relacionamentos e homens e afins. Mas uma boba perdida em esperanças. Se é isso que você quer saber Alice, ouça bem então, eu tenho esperanças sim, mas é diferente das esperanças de quando eu tinha dezessete anos. É como se ele estivesse tão perto, e se eu esticasse os braços um pouco mais conseguiria agarra-lo todo. E como é esperar por alguem que pode nunca ser meu por inteiro? Ah Alice, é moer o coração ainda vivo. É a tal da ironia de querer a pessoa que te fez doer pra te consolar. É um banho, um vestido novo, langerie provocante, é ir a manicure e escolher a cor que ele gosta,um segundo banho – de perfume dessa vez, é maquiagem leve, um bom filme, e esperar, esperar que a campainha toque, esperar que ele entre já encantando minha casa com o som daquela risada, esperar que ele me deseje mais do que na semana passada, é ouvi-lo contar sobre os seus projetos no trabalho, e ter de engolir à seco as historinhas sobre as menininhas, é ouvir seus planos, e continuar acreditando que na proxima vez talvez ele dite um plano com você de protagonista. É não assistir ao filme começado que sempre termina no meu quarto, e é saber que a realidade vai me mostrar na manha seguinte dois bons amigos. É saber que se tem o homem da sua vida ali, na sua frente. E saber mais ainda, que ele não sabe disso. Não ele não sabe.É esperar Alice, que um dia ele descubra. Porque aí nesse dia, certamente você ainda vai estar ali. Pois não há possibilidade alguma de se ir embora. – Katherine desabafa, não conseguindo evitar as lagrimas. Alice dá um abraço em Kathy e sussurra baixinho: Você menina, você não tem jeito mesmo.
Não é como se fosse amor à primeira vista, na verdade. É mais como.. Ação da gravidade. Quando você a vê, de repente não é mais a terra que está te segurando aqui. Ela te segura. E nada importa mais do que ela. E você faria qualquer coisa por ela, seria qualquer coisa por ela.. Você se torna qualquer coisa que ela precisa que você seja, seja o protetor dela, ou um amante, ou um amigo, ou um irmão.
Eclipse.
Eclipse.
- Eu vi ele na festa da cidade no fim de semana. - Alice fala abaixando a cabeça.
- Ele quem Alicinha? o Pedro? - pergunta Katherine distraída.
- Sim. Passou por mim, me olhou, fez um sinal com a cabeça cumprimentando, e saiu de perto com uns amigos e umas meninas também. Eu precisei tanto de você lá comigo Kathy, me mostrando que eu sou forte, segurando minha mão. - Alice fala sem evitar lagrimas.
- Ah Alice, tente não ficar assim. Eu sei o quanto dói, ele era seu, e hoje você não o reconhece mais. Só que você está com as malas prontas e não pode voltar atras.Seja forte. Quem sou eu pra te pedir pra ser forte não é? Mas não dá mais Alice, chega uma hora em que temos de decidir, ou entrar de cabeça, ou sair educadamente. E você escolheu o fim, lembra? - Kathy tenta consolar a amiga.
- Lembro, claro! E não sei se fiz certo, mas estou fazendo o que o mundo manda não acha? Vivendo! Só não sei até quando vai essa minha pose Kathy. - Alice fala com voz chorosa.
- Hey menina vem cá, me dê um abraço vai… - Kathy abraça a amiga.
- Eu queria muito o meu Pedro de volta, o garoto que eu conheci. Mas a gente sabe, não dá mais. As fotos ainda estão no meu mural, as musicas, nossas musicas, mas ele que precisava estar lá, ah, ele já foi embora, mesmo me encontrando em todos os meus sonhos.
- Chega de sonhos então, você é real, eu sou real, e o que aconteceu também é de uma cruel realidade. Mas não somos mais crianças Alice, é preciso olhar para frente e agarrar tudo de bom que vem vindo por aí.
( Alice ri baixinho )
- Hey, porque está rindo? o que disse de tao engraçado? - Katherine pergunta em tom sério.
- É que é uma graça te ver me dando tanto conselhos, me fazendo tão forte, e você mesmo não segue conselho nenhum. - Responde Alice.
- Ah eu sou teimosa você sabe, muito teimosa. - Kathy responde colocando as mãos na cintura. - R.B
- O meu encontro de paz todos os dias, o ponto de partida do meu sorriso, eu poderia ser mulher o bastante e dizer que não preciso de nada pra me sentir completamente feliz, mas não estaria sendo sincera, então essa sou eu, chata e apaixonada de novo, e por ele mais uma vez, e preciso sim, daquelas braços, daquele cheiro perto de mim…Ah, assim tudo soa mais leve, e mais bonito. - (r.b)
- Eu li a cartinha que ele me deu de novo. - Katherine fala esfregando a mão sobre o peito.
- De novo Kathy? Parece que você gosta de ver essa ferida sangrar. - Alice fala em tom suave, mas tentando repreender a amiga.
- Não é isso Alice, eu só quero ter a certeza de que aconteceu, eu preciso a todo momento dessa certeza, de que o amor por mim existiu, que eu não sonhei com tudo isso. Que ele desejou a minha presença, que ele quis estar comigo mais do que qualquer outra coisa, que eu ouvi os “eu te amo”, e ele me chamando de palavras tão doces, que ele esqueceu o mundo por um momento por minha causa. Eu preciso dessa certeza Alice, me entende? A sensação vaga de que tudo passou dói demais. E conforta saber que um dia existiu. - Kathy responde para a amiga quase que em um sussurro.
- Você é quem sabe. Mas já te disse o que eu penso sobre isso não é? - Alice.
- Já me disse sim, e eu também já te disse como eu fico quando estou nos braços dele não é? E já te contei também dos olhos dele, do que ele é e de como eu queria morar em um lugarsinho mesmo que pequeno de novo naquele coração? O Will é a emoção que existe em mim Alice. É a minha vontade de ir correr mais um pouco, de tentar outra vez, é o meu sorriso de missão cumprida quando vejo ele bem, é o meu sorriso também quando vejo ele chegar. - Katherine.
- Você só devia parar e pensar se você é pelo menos um pouco de tudo isso pra ele também minha Kathy. - Alice.
Silêncio.
- De novo Kathy? Parece que você gosta de ver essa ferida sangrar. - Alice fala em tom suave, mas tentando repreender a amiga.
- Não é isso Alice, eu só quero ter a certeza de que aconteceu, eu preciso a todo momento dessa certeza, de que o amor por mim existiu, que eu não sonhei com tudo isso. Que ele desejou a minha presença, que ele quis estar comigo mais do que qualquer outra coisa, que eu ouvi os “eu te amo”, e ele me chamando de palavras tão doces, que ele esqueceu o mundo por um momento por minha causa. Eu preciso dessa certeza Alice, me entende? A sensação vaga de que tudo passou dói demais. E conforta saber que um dia existiu. - Kathy responde para a amiga quase que em um sussurro.
- Você é quem sabe. Mas já te disse o que eu penso sobre isso não é? - Alice.
- Já me disse sim, e eu também já te disse como eu fico quando estou nos braços dele não é? E já te contei também dos olhos dele, do que ele é e de como eu queria morar em um lugarsinho mesmo que pequeno de novo naquele coração? O Will é a emoção que existe em mim Alice. É a minha vontade de ir correr mais um pouco, de tentar outra vez, é o meu sorriso de missão cumprida quando vejo ele bem, é o meu sorriso também quando vejo ele chegar. - Katherine.
- Você só devia parar e pensar se você é pelo menos um pouco de tudo isso pra ele também minha Kathy. - Alice.
Silêncio.
” Beautiful girl of my dream, dont let me alone here in the cold asking your arm to hold me…and how would be our embrace ?
Quando que eu vo encontrar uma pessoa igual a voce? Estou falando sem brincadeiras…uma pessoa que me faz sorrirr, sentir envergonhado, que eu gosto tanto, en responde ? Eu respondo: NUNCA! Beijos querida, do seu hoje e sempre, Will“
( e-mail mandado de Will para Katherine, 18 de julho de 2009 )
Quando que eu vo encontrar uma pessoa igual a voce? Estou falando sem brincadeiras…uma pessoa que me faz sorrirr, sentir envergonhado, que eu gosto tanto, en responde ? Eu respondo: NUNCA! Beijos querida, do seu hoje e sempre, Will“
( e-mail mandado de Will para Katherine, 18 de julho de 2009 )
- Alô? - Will
- Oi, Will? - Katherine
- Oi Kathy, tudo bem? - Will
- Sim…bem na verdade não…(Silêncio)
Sinto tanta saudades suas Will, que parece que eu não vou aguentar. - Katherine sussurra.
- Minha Kathy, o que está havendo? Saudades? mas hoje ainda é segunda-feira, e nos vimos ontem a noite, e logo vamos nos ver de novo. Aconteceu algo? - Will fala objetivo.
- Mas eu estou sentindo muitas saudades Will, da sua voz, daquele jeito seu comigo como se não existisse mais nada no mundo. Saudades de ser pra você um pouquinho do que você é pra mim. Me fala Will? Me fala como eu faço para ter de volta aquele meu menino, por favor, qualquer coisa e eu faço. Eu juro que quis muito te fazer feliz, eu juro que tentei e eu tento, mas você precisa me ajudar Will, me fala um meio, me ensina…
(Katherine não resisti as lágrimas)
- O que está havendo com você Kathy? Ontem mesmo estava tudo bem… Mas olha, não é porque eu não te falo, que você não seja importante pra mim, se você quer ouvir então ouça bem: Você é sim muito importante pra mim. Só que as coisas mudam mesmo você sabe.Agora fica bem, preciso desligar estou trabalhando lembra? Logo nos vemos e eu curo tudo isso aí que esta sentindo, combinado? (risos)
- Tudo bem, me desculpe te atrapalhar, combinado!
- Você nunca me atrapalha, minha bobinha. Se cuide por favor.
- Eu tento, se cuide também querido.
- Oi, Will? - Katherine
- Oi Kathy, tudo bem? - Will
- Sim…bem na verdade não…(Silêncio)
Sinto tanta saudades suas Will, que parece que eu não vou aguentar. - Katherine sussurra.
- Minha Kathy, o que está havendo? Saudades? mas hoje ainda é segunda-feira, e nos vimos ontem a noite, e logo vamos nos ver de novo. Aconteceu algo? - Will fala objetivo.
- Mas eu estou sentindo muitas saudades Will, da sua voz, daquele jeito seu comigo como se não existisse mais nada no mundo. Saudades de ser pra você um pouquinho do que você é pra mim. Me fala Will? Me fala como eu faço para ter de volta aquele meu menino, por favor, qualquer coisa e eu faço. Eu juro que quis muito te fazer feliz, eu juro que tentei e eu tento, mas você precisa me ajudar Will, me fala um meio, me ensina…
(Katherine não resisti as lágrimas)
- O que está havendo com você Kathy? Ontem mesmo estava tudo bem… Mas olha, não é porque eu não te falo, que você não seja importante pra mim, se você quer ouvir então ouça bem: Você é sim muito importante pra mim. Só que as coisas mudam mesmo você sabe.Agora fica bem, preciso desligar estou trabalhando lembra? Logo nos vemos e eu curo tudo isso aí que esta sentindo, combinado? (risos)
- Tudo bem, me desculpe te atrapalhar, combinado!
- Você nunca me atrapalha, minha bobinha. Se cuide por favor.
- Eu tento, se cuide também querido.
- O quê? Você ligou pra ele e disse tudo isso? - Alice pergunta assustada.
- Sim Alice liguei, e digo mais, chorei. - Kathy fala abaixando a cabeça.
- Ai meu Deus, eu não posso acreditar. - Alice resmunga. - Mas o que te aconteceu pra você fazer isso?
- Eu era o horizonte dele, eu era a delicadinha boba, eu era a “Beautiful girl of my dream”, eu era a que tinha trazido o sorriso sincero outra vez, eu era me entende Alice? E eu precisava muito saber se não sobrou nadinha disso tudo, se ainda há um pouquinho desse encanto, eu precisava muito saber, talvez ele pudesse me dizer que lá dentro há sim um encantosinho que nos segura firme nesse ciclo. - Kathy despeja as palavras.
- E ele? - Alice pergunta.
- Ah, as coisas mudam, a gente sabe. - Kathy responde. - Mas eu sinto Alice que ele gosta um pouqinho. Eu sinto. Eu amo tanto aquele homem. Eu amo até mesmo as crises dele. Eu amo tudo nele. As vezes me parece que ele não sabe disso. Não sabe que eu o amo de verdade. E tanto.
- É bonito de se ver Kathy, mas doído, lindo, é realmente lindo. - Alice fala em tom doce e suave olhando à amiga. - Talvez um dia ele decida por você minha Kathy… saber? Ah, ele deve saber sim. Talvez um dia. Talvez!
- Sim Alice liguei, e digo mais, chorei. - Kathy fala abaixando a cabeça.
- Ai meu Deus, eu não posso acreditar. - Alice resmunga. - Mas o que te aconteceu pra você fazer isso?
- Eu era o horizonte dele, eu era a delicadinha boba, eu era a “Beautiful girl of my dream”, eu era a que tinha trazido o sorriso sincero outra vez, eu era me entende Alice? E eu precisava muito saber se não sobrou nadinha disso tudo, se ainda há um pouquinho desse encanto, eu precisava muito saber, talvez ele pudesse me dizer que lá dentro há sim um encantosinho que nos segura firme nesse ciclo. - Kathy despeja as palavras.
- E ele? - Alice pergunta.
- Ah, as coisas mudam, a gente sabe. - Kathy responde. - Mas eu sinto Alice que ele gosta um pouqinho. Eu sinto. Eu amo tanto aquele homem. Eu amo até mesmo as crises dele. Eu amo tudo nele. As vezes me parece que ele não sabe disso. Não sabe que eu o amo de verdade. E tanto.
- É bonito de se ver Kathy, mas doído, lindo, é realmente lindo. - Alice fala em tom doce e suave olhando à amiga. - Talvez um dia ele decida por você minha Kathy… saber? Ah, ele deve saber sim. Talvez um dia. Talvez!
Katherine chama no portão.
- Entre Kathy, entre! - Will grita correndo em direção ao portão.
- Will! - Kathy sorri com uma alegria quase infinita.
- Minha Kathy carente. (risos) Você está atrasada hein? Estava ansioso aqui já te esperando.
- Oh me desculpe! Enfrentei um trânsito daqueles, é incrivel como essa cidade cresce cada vez mais.
- Me dê um beijo? Pra eu poder te desculpa né?
- Hum! - Kathy sussurra baixinho.
Will toca os lábios de Kathy com os seus lábios.
- Pronto está desculpada! E comece a pensar melhor sobre morar comigo, o que acha? Assim evitamos os trânsitos, não é verdade? - Will
- Ah, mas que solução maravilhosa! Você e seus planos deliciosos. - Kathy responde com um sorriso enorme.
- Eu não estou brincando! Mas vem, deite aqui do meu lado, conversamos melhor sobre isso depois do filme. - Will puxa com toda delicadeza Kathy pela cintura.
- Qual é o filme? - Kathy pergunta espontânea.
- Ah, não sei ainda, o filme não importa, o que importa é você deitada aqui do meu lado. - Will responde dando um beijinho no pescoço de Kathy.
- Entre Kathy, entre! - Will grita correndo em direção ao portão.
- Will! - Kathy sorri com uma alegria quase infinita.
- Minha Kathy carente. (risos) Você está atrasada hein? Estava ansioso aqui já te esperando.
- Oh me desculpe! Enfrentei um trânsito daqueles, é incrivel como essa cidade cresce cada vez mais.
- Me dê um beijo? Pra eu poder te desculpa né?
- Hum! - Kathy sussurra baixinho.
Will toca os lábios de Kathy com os seus lábios.
- Pronto está desculpada! E comece a pensar melhor sobre morar comigo, o que acha? Assim evitamos os trânsitos, não é verdade? - Will
- Ah, mas que solução maravilhosa! Você e seus planos deliciosos. - Kathy responde com um sorriso enorme.
- Eu não estou brincando! Mas vem, deite aqui do meu lado, conversamos melhor sobre isso depois do filme. - Will puxa com toda delicadeza Kathy pela cintura.
- Qual é o filme? - Kathy pergunta espontânea.
- Ah, não sei ainda, o filme não importa, o que importa é você deitada aqui do meu lado. - Will responde dando um beijinho no pescoço de Kathy.
A Magliani viveu quase dois anos única e exclusivamente em função de mim, e eu não percebi isso. Eu só fui perceber que tinha amor quando fiquei longe dela. Assim mesmo, percebi isso vagamente, e voltei também vagamente por causa disso. Eu perdi, eu tenho consciência absoluta de que eu perdi a oportunidade de amor mais viva e mais profunda que me foi oferecida até hoje. E agora eu não posso fazer mais nada. - cfa
E eu senti você matando meu amor. Porque você matou o amor que sentia por mim e não contente fez questão de querer vir aqui matar o amor que eu sinto por você. Eu não cobrei nada, absolutamente nada, só que me deixasse com esse amor. Mas não, você não o quer também, estou errada? Não venha me dizer como agir, por favor! - r.b
Quando o sábado não tem você!
Sábado a noite e eu estou linda - modéstia parte - linda com aquele par de sapatos que você acha tão bonito, com aquele vestido que também sei que lhe agrada, e com o perfume que você adora. Com o sorriso estampado no rosto por você. Maquiagem feita, pronta para desfazê-la com você…Mas cadê você? Estive o dia todo à espera por sua vontade em me ver. Segurando a minha vontade nos braços, louca para sair correndo e te abraçar. Louca é um tanto intenso não acha? Mas você também se lembra que eu sempre fui assim, e lutei muito pra segurar meus gritos dentro de mim e não te mostrar o que eu realmente queria. Não que eu não ame o que temos, o que somos…Pois eu adoro, sou apaixonada por nós dois juntos mesmo que por minutos…Mas é que eu precisei tanto de você hoje. Pensei em te ligar, mas aqui dentro a vontade sincera era de que você me ligasse, pensei em te mandar um e-mail, e fui correndo na “Caixa de Entrada” ver se talvez…Ah, se talvez você tivesse se lembrado de que hoje é sábado, e costumávamos nos gostar tanto um do outro em sábados; talvez então você sentisse uma falta pequenininha das minhas chatisses e crises e afins; talvez você apenas só me quisesse por aí por perto; talvez quisesse um sorriso meu, ou me dar um sorriso teu; talvez tivesse coisas à me falar, à me corrigir, eu gosto mesmo muito disso; talvez quisesse seu corpo colado no meu despido de panos; talvez me quisesse pra qualquer outra coisa…um erro meu, mas eu aceito sim qualquer coisa que você tenha a me dar. Lembro sempre de você me pedindo: “Não esquece que eu amo você” …Pois é, eu não esqueci mesmo! - r.b
- O que mais você quer Katherine? (Will)
- Sabe Will…Eu não queria que você gostasse de mim, também não estou te pedindo em namoro, eu só queria muito, muito mesmo que você tentasse abrir seu coração pra mim, me deixasse chegar perto entende Will? É isso que eu queria muito. - (Katherine responde com lágrimas nos olhos) - Ramos, Bruna
- Sabe Will…Eu não queria que você gostasse de mim, também não estou te pedindo em namoro, eu só queria muito, muito mesmo que você tentasse abrir seu coração pra mim, me deixasse chegar perto entende Will? É isso que eu queria muito. - (Katherine responde com lágrimas nos olhos) - Ramos, Bruna
Vale lembrar!
Entende uma coisa: Ouvir as musicas que você ouvia com ele; Reler os históricos do msn, com os olhos fixos naqueles eu te amo’s que ele te disse; Vestir a camiseta que ele deixou com você;Olhar as fotos; Fechar os olhos e sentir como se ele estivesse naquele momento dizendo ” i love you ” baixinho no seu ouvido como ele sempre fazia…NA-DA disso vai resolver! Nada vai fazer com que você viva outra vez. Me desculpe a franqueza, mas acredite! Se dói tudo isso? Muito. Rebenta o peito. Mas você já é mulher, se lembra? Passou, são lembranças agora, e não há nada que faça voltar atrás! - r.b
- Kathy, têm acontecido alguma coisa? Entro no seu blog todos os dias, e percebi que há um bom tempo você não escreve. (Fabiane)
(Katherine olha pra xícara de leite, sem falar nada.)
- Pois é Fabi, nossa Kathy não é mais a mesma. (Alice responde brincando)
- Vocês não tem noção do quanto dói. Escrever para quê? Pra ele de novo? Eu só sei escrever pra ele, pro nosso amor, ou melhor pro meu amor. Escrever me traz ele sentado ao meu lado sorrindo e dizendo que jamais vai deixar de me amar. Eu tenho medo de escrever, tenho medo de doer, de doer mais. (Katherine responde em um sussurro)
- Hey Alice, o Will ainda? (Fabi pergunta pra Alice, e ela confirma com um gesto)
- Minha Kathy, você precisa viver, olhar o mundo lá fora, tantos mares à conhecer… (Fabi tenta consoloar a amiga)
- Mas outros mares Fabi não se chama Will, não tem o sorriso dele, e nem vai me chamar de boba quando eu tiver uma crise de ciúmes, outros mares jamais irá implicar com um recado de algum homem na minha página do facebook, e depois vir correndo me mimar, outros mares não vai me buscar em casa depois de um dia de serviço só pra assistir filme abraçadinho comigo…(Katherine fala em meio algumas lágrimas)
- Não adianta Fabi, você foi viajar passou anos e a nossa Katherine continua vivendo de amor, a gente conhece essa menina teimosa, não é? Nem parece uma mulher de 25 anos e linda. (Alice sorri pra Fabi, e as duas se levantam e abraçam Katherine). - R.B
(Katherine olha pra xícara de leite, sem falar nada.)
- Pois é Fabi, nossa Kathy não é mais a mesma. (Alice responde brincando)
- Vocês não tem noção do quanto dói. Escrever para quê? Pra ele de novo? Eu só sei escrever pra ele, pro nosso amor, ou melhor pro meu amor. Escrever me traz ele sentado ao meu lado sorrindo e dizendo que jamais vai deixar de me amar. Eu tenho medo de escrever, tenho medo de doer, de doer mais. (Katherine responde em um sussurro)
- Hey Alice, o Will ainda? (Fabi pergunta pra Alice, e ela confirma com um gesto)
- Minha Kathy, você precisa viver, olhar o mundo lá fora, tantos mares à conhecer… (Fabi tenta consoloar a amiga)
- Mas outros mares Fabi não se chama Will, não tem o sorriso dele, e nem vai me chamar de boba quando eu tiver uma crise de ciúmes, outros mares jamais irá implicar com um recado de algum homem na minha página do facebook, e depois vir correndo me mimar, outros mares não vai me buscar em casa depois de um dia de serviço só pra assistir filme abraçadinho comigo…(Katherine fala em meio algumas lágrimas)
- Não adianta Fabi, você foi viajar passou anos e a nossa Katherine continua vivendo de amor, a gente conhece essa menina teimosa, não é? Nem parece uma mulher de 25 anos e linda. (Alice sorri pra Fabi, e as duas se levantam e abraçam Katherine). - R.B
Eu estava passando por uma fase dificil, não posso negar, mas a minha vontade de dar à volta por cima como dizia minha mãe, essa vontade era tão maior, tão maior, que não consegui enxergar minha pequenez no meios das lágrimas, e fui indo, mais à frente, indo, indo, porque a vitória, aaah, ela estava ali na outra esquina me esperando(…) - Ramos, Bruna
- Por que nos apaixonamos por uma pessoa mesmo sabendo que ela é errada?
- Essa eu sei a resposta. Porque você espera estar enganado, e sempre que ela faz uma coisa que mostra que ela não é boa, você ignora, e sempre que ela age bem e te surpreende, ela te reconquista. E aí você esquece a idéia de que ela não serve pra você.
O Amor Não tira Férias
Meu nome é Lembrança; o seu dia de hoje, amanhã será (m)eu. As vezes sou má, prefiro ser boa. Eu ando com a infância que você quer de volta. Eu ouço os discos da sua mãe que você quebrou - e até hoje ela não sabe quem foi. Sou infiel a todos os seus amores que você nunca traiu. Vivo de lugar em lugar, nas marcas do seu coração, me alimentando de devaneios, sorrisos, tristezas, luzes e sombras. Alguns pensamentos não querem me encontrar; outros, vivem por me amar. Sou o que sobrou na mente, a invenção dos sonhos, a cicatriz que corrói; tenho sabor de beijo e cheiro de fim. Sou o resto do “eu te amo”, o choro nas noites de solidão, a companhia nos dias de saudade.A pior e a melhor parte do seu passado. Sou você em forma de memória. - Erllen Nadine
Todo o tempo que passou
As vezes fico pensando, pra onde será que foi todo aquele amor que você sentia por mim, porque sim, você me amava. E ao tentar responder essa pergunta, eu sinto tanta vontade de ser seu mundo só um pouquinho, de ser a sua vontade. Tento te levar para o nosso mundo há um tempo atrás, onde o que você queria era me abraçar pra sempre, sem dizer nada, lembra? Queria poder dizer que te amo, se você soubesse como dói amar alguém sem poder ao menos dizer isso à ela…A idéia de que nós dois juntos será sempre melhor, essa ideia não quer me deixar, eu juro que já tentei, mas meu coração não aprende, ele ama você, e é só você que ele quer. - Ramos, Bruna
Assinar:
Postagens (Atom)



































